<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6488704119521809151</id><updated>2011-04-21T19:04:32.941-07:00</updated><title type='text'>PsiConvocatória</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://psiconvocatoria.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6488704119521809151/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psiconvocatoria.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Oscar Cesarotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01348542845411787248</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Xnc-M4HGVRc/SBFBMdV78RI/AAAAAAAAAAw/i8_qEs_PeNU/S220/perfil.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>5</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6488704119521809151.post-8412947727864543398</id><published>2008-07-23T20:23:00.000-07:00</published><updated>2008-07-23T20:25:37.181-07:00</updated><title type='text'>Phrases</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A mania sadia é ter a energia para transformar a paranóia em sublimação.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6488704119521809151-8412947727864543398?l=psiconvocatoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psiconvocatoria.blogspot.com/feeds/8412947727864543398/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6488704119521809151&amp;postID=8412947727864543398' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6488704119521809151/posts/default/8412947727864543398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6488704119521809151/posts/default/8412947727864543398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psiconvocatoria.blogspot.com/2008/07/phrases.html' title='Phrases'/><author><name>Oscar Cesarotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01348542845411787248</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Xnc-M4HGVRc/SBFBMdV78RI/AAAAAAAAAAw/i8_qEs_PeNU/S220/perfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6488704119521809151.post-7634155244799230301</id><published>2008-06-27T11:19:00.000-07:00</published><updated>2008-07-23T20:18:42.828-07:00</updated><title type='text'>TEORIA DOS GOZOS – Capítulo I - Parte I</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Oscar Cesarotto &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Um é pouco, e três pode ser demais. Dois seria a medida certa, o caminho do meio? A eqüidistância dos extremos, a terceira via transitada e preconizada por Aristóteles, Buda, os beatos e todas as boas consciências, incluindo as nossas vovozinhas e o Dalai Lama? (Versão espanhola: &lt;strong&gt;Ni muy muy, ni tán tán...&lt;/strong&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três já são uma multidão, e até alguém poderia sobrar, quando dois não precisam de mais ninguém. E um, sozinho, a solidão. &lt;strong&gt;Entre a falta e o excesso, a pedida certa passa no meio.&lt;/strong&gt; Na balança, pesa exatamente no meio. Na corda bamba, não cai. Entre o céu e a terra, não afunda. Eis o equilíbrio, um prazer sem contra-indicações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ponto de vista econômico da metapsicologia freudiana decorre do pensamento dialético alemão, comum a Hegel e a Marx. &lt;strong&gt;Também para Freud, a quantidade mudava a qualidade.&lt;/strong&gt; No aparelho psíquico, o ponto de vista tópico explica a distinção das instâncias, enquanto o ponto de vista dinâmico descreve a forças em conflito, os deslocamentos e as formações de compromisso. Por fim, a economia libidinal, isto é, a cotização do gozo, do desejo e do prazer na Bolsa pulsional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A oralidade fornece exemplos concretos. Uma amostra grátis no supermercado ou um prato requintado da &lt;em&gt;nouvelle cuisine&lt;/em&gt; serão tão bons quanto possam ser, mas sempre exíguos. No segundo caso, o bom é pouco, mas é bom, valorizado pela raridade. No primeiro, o objetivo explícito é seduzir, tentar, dar água na boca, fazer querer mais porque foi bom, porém pouco. &lt;strong&gt;Cria-se assim o desejo no outro, pelo oferecimento de uma isca.&lt;/strong&gt; Esta lógica funciona em qualquer contexto; por exemplo, nos &lt;em&gt;trailers&lt;/em&gt; de cinema, ou no &lt;em&gt;strip-tease&lt;/em&gt;. (Ou no fantasma consagrado por pais &amp;amp; mestres, o pipoqueiro da porta de escola.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembremos aos usuários do português do Brasil que o verbo comer é equívoco por natureza. Portanto, os raciocínios acima também devem ser aplicados à genitalidade, mas sem deixar de fora as outras fases, e as zonas erógenas atípicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas cogitações de bom senso psicanalítico:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Só se deseja o que não se tem; só se deseja porque não se tem. A falta e a incompletude, por um lado, &lt;strong&gt;e o diferente e o novo, por outro, fazem a vida palpitar&lt;/strong&gt;, avivam a curiosidade e ativam o circuito das pulsões. Os pequenos detalhes, os objetos parciais, nos fazem salivar e babar, dentre outras umidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que não se tem, e o que não se é, criam tensões que vão aumentando e trazendo desprazer. Quando se atinge um certo patamar, ou há descarga, e alívio imediato, ou a energia pode se voltar contra o sujeito, agora como sofrimento. Contudo, ficar carregado é, ao mesmo tempo, um gozo, adicional, ocasional ou existencial (karma).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;O prazer é, em primeiro lugar, o drible ou a eliminação do desprazer&lt;/strong&gt;, a sua superação, mesmo que momentânea. Pode ser um equilíbrio instável, mas é sempre agradável. Faz bem, tudo de bom, a vida está cheia de prazeres, e temos órgãos dos sentidos para nos regozijar com eles. Bons momentos são sempre possíveis, por simples que sejam, e as pequenas e grandes curtições do cotidiano tornam os nossos dias vivíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quando o prazer é insuficiente, há frustração e desejo insatisfeito. Mas o que acontece quando o prazer e os prazeres levam ao desequilíbrio pelo acúmulo? &lt;strong&gt;O que é bom pode ser até melhor, e do que gostamos, sempre queremos mais&lt;/strong&gt;. Às vezes, é possível, e legal, na polissemia do termo. Mais uma vez, o que fez bem parece de bom tamanho. Porém, e se o tamanho mudasse? Continuaria fazendo bem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- mais + mais = &lt;strong&gt;MUITO&lt;/strong&gt;. Só se sabe o que excessivo quando já se ultrapassou o sensato. A quantidade mudando a qualidade. &lt;strong&gt;Tão bom era, tão bem foi, que por último, &lt;em&gt;fludeu&lt;/em&gt;...&lt;/strong&gt; Um &lt;em&gt;plus&lt;/em&gt;, ao longo do tempo, cronifica. O que se acrescenta, acaba sedimentando. Entretanto, alguns limites podem ser previstos, testados, respeitados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;(Continua)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6488704119521809151-7634155244799230301?l=psiconvocatoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psiconvocatoria.blogspot.com/feeds/7634155244799230301/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6488704119521809151&amp;postID=7634155244799230301' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6488704119521809151/posts/default/7634155244799230301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6488704119521809151/posts/default/7634155244799230301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psiconvocatoria.blogspot.com/2008/06/teoria-dos-gozos-captulo-i-parte-i.html' title='TEORIA DOS GOZOS – Capítulo I - Parte I'/><author><name>Oscar Cesarotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01348542845411787248</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Xnc-M4HGVRc/SBFBMdV78RI/AAAAAAAAAAw/i8_qEs_PeNU/S220/perfil.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6488704119521809151.post-7009964931078996400</id><published>2008-06-09T16:24:00.000-07:00</published><updated>2008-06-09T16:25:29.786-07:00</updated><title type='text'>Vide Bula</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Xnc-M4HGVRc/SE272Gt7mkI/AAAAAAAAAKQ/JJKwP5UiEnA/s1600-h/image001.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210026882128124482" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Xnc-M4HGVRc/SE272Gt7mkI/AAAAAAAAAKQ/JJKwP5UiEnA/s400/image001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6488704119521809151-7009964931078996400?l=psiconvocatoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psiconvocatoria.blogspot.com/feeds/7009964931078996400/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6488704119521809151&amp;postID=7009964931078996400' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6488704119521809151/posts/default/7009964931078996400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6488704119521809151/posts/default/7009964931078996400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psiconvocatoria.blogspot.com/2008/06/vide-bula.html' title='Vide Bula'/><author><name>Oscar Cesarotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01348542845411787248</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Xnc-M4HGVRc/SBFBMdV78RI/AAAAAAAAAAw/i8_qEs_PeNU/S220/perfil.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Xnc-M4HGVRc/SE272Gt7mkI/AAAAAAAAAKQ/JJKwP5UiEnA/s72-c/image001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6488704119521809151.post-8720954328286951396</id><published>2008-06-03T08:07:00.000-07:00</published><updated>2008-06-03T08:38:21.887-07:00</updated><title type='text'>O Manifesto Latente da Clínica Psicanalítica</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Oscar Cesarotto &amp;amp; Márcio Peter de Souza Leite&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O mundo atual não favorece uma existência aprazível para ninguém e, quando se somam os conflitos pessoais, com freqüência a vida cotidiana se transforma num inferno individual. Alguns mal-estares crônicos, cristalizados, adotam diversas formas sintomáticas. Muitas vezes, o método psicanalítico pode ser o mais adequado para o problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento que se espera e se obtém de um psicanalista é uma análise. Trata-se de um procedimento dialógico que opera exclusivamente pela palavra e, ao mesmo tempo, através dela. Tem por finalidade propiciar mudanças subjetivas profundas. A interpretação e a elaboração das causas do sofrimento psíquico, visando suprimir seus efeitos, é a via específica para superar a alienação neurótica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A experiência analítica começa desde que alguém aceita se colocar em pauta, questionando sua forma de viver, seu passado e seu destino. Para tanto, aquela deveria levá-lo a um novo e diferente modo de ser, sentir e pensar. Junto com isto, fazer com que assuma a responsabilidade pelas próprias atitudes, as conseqüências dos seus atos, e o que a sorte lhe depare.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O analista tem por função catalisar a transferência, graças à sua escuta. O inconsciente, a voz ativa, diz, por meio da associação livre, o que não se sabia que se sabia. Assim, o analisante também tem a oportunidade de se ouvir, para chegar a descobrir o que realmente quer. Só desta forma poderia se reconciliar com seu desejo, depois de perceber até que ponto tudo aquilo que o martirizava não lhe era alheio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na época histórica que nos toca viver, o discurso científico e a razão técnica propõem soluções imediatas para quase todas as coisas. No que concerne às dores anímicas de qualquer índole, parece plausível pretender minimizá-las ou anulá-las, sempre que possível. Afinal, a angústia não tem graça nenhuma. Para tanto, a medicina, com seu arsenal de recursos cada vez mais amplo, prescreve remédios mais ou menos eficientes, num curto prazo, para diminuir o desprazer. Entretanto, nem tudo se cura com pílulas ou comprimidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há mais de cem anos que a psicanálise é praticada, e aprimorada na constância do seu exercício. Disseminada em maior ou menor grau na sociedade, ela constitui um meio terapêutico capaz de resultados positivos e duradouros, provavelmente inatingíveis de outras maneiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o seu início, foi uma alternativa eficaz perante a impossibilidade médica de resolver todas as penúrias e impasses que atormentam os seres humanos. Como certas perturbações e inibições não fazem parte das doenças tipificadas, isso determina que a psicopatologia tenha de ser definida a partir da singularidade de quem padece. Assim, para erradicá-las, não adiantam receitas magistrais nem substâncias de última geração, depois de tanta pesquisa, agora disponíveis no mercado da saúde. Fica evidente que a farmacologia tem utilidade suficiente como para merecer o devido respeito, mas, infelizmente, inexistem panacéias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O inconsciente, patrimônio psicanalítico, nada tem a ver com o sistema nervoso central e vice-versa. A sexualidade da nossa espécie, enquanto enigma íntimo, não coincide com os achados da biologia ou da genética. Tampouco a sexologia, caracterizada por um otimismo pragmático, consegue que o desejo, o gozo e o prazer sejam sempre benfazejos. Se as fórmulas de compromisso que cada um arranja ao longo da própria vida fracassam, e quando nem a felicidade nem a tranqüilidade são mais viáveis, talvez seja o momento exato para procurar uma análise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nela, o conhecimento de si mesmo será muito mais do que uma aventura do espírito, pois as questões a serem elucidadas não são filosóficas, universais ou abstratas, senão clínicas, pessoais e bem concretas. Antes e em primeiro lugar, o sujeito, com minúcia e precisão, terá a chance de passar sua existência a limpo, como condição necessária para retificar seus sentimentos e pesares. A decorrência desta atitude sistemática o deixará apto para se situar na realidade que lhe concerne, do melhor jeito possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliviado do peso dos entraves simbólicos, das limitações imaginárias, e isentado dos seus mal-estares, por sua conta e risco correrão seus dias, na procura do bem-estar que lhe é de direito, sem continuar arcando com o dispensável ônus da neurose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas patologias do cotidiano que podem ser tratadas pela psicanálise:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MEDOS:&lt;/strong&gt; Angústia, ansiedade, pânico, tensão, pavor e fobias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TRANSTORNOS DA ALIMENTAÇÃO:&lt;/strong&gt; Fome exagerada, azia, gastrite, prisão de ventre, perda de apetite e vômitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DISTÚRBIOS DO SONO:&lt;/strong&gt; Insônia, sono alterado, pesadelos, sono excessivo, sonolência diurna e cansaço crônico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AFECÇÕES ANÍMICAS:&lt;/strong&gt; Desânimo, incerteza, dúvida constante, rancor, remorsos, culpa, melancolia, tristeza e depressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ALTERAÇÕES DO SI MESMO:&lt;/strong&gt; Descuido, inferioridade, descontentamente, autodepreciação, covardia, anulação subjetiva, inveja, fantasias insuportáveis e dores constantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SUPEREU:&lt;/strong&gt; Desestímulo, dever, auto-exigência, masoquismo moral, ideais impossíveis, sacrifício e pena de si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ADIÇÕES:&lt;/strong&gt; Alimentação nociva, TV, drogas lícitas (álcool, fumo e remédios), drogas ilícitas, consumismo, azar, condutas de risco, trabalhismo, superstições e perda de tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TANATOS:&lt;/strong&gt; Vontade de morrer, perda do sentido, automutilação, somatizações, tentativas de suícidio, esgotamento vital e bolamurchismo existencial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6488704119521809151-8720954328286951396?l=psiconvocatoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psiconvocatoria.blogspot.com/feeds/8720954328286951396/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6488704119521809151&amp;postID=8720954328286951396' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6488704119521809151/posts/default/8720954328286951396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6488704119521809151/posts/default/8720954328286951396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psiconvocatoria.blogspot.com/2008/06/o-manifesto-latente-da-clnica.html' title='O Manifesto Latente da Clínica Psicanalítica'/><author><name>Oscar Cesarotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01348542845411787248</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Xnc-M4HGVRc/SBFBMdV78RI/AAAAAAAAAAw/i8_qEs_PeNU/S220/perfil.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6488704119521809151.post-7004616278941485964</id><published>2008-06-01T16:27:00.000-07:00</published><updated>2008-06-09T16:28:04.002-07:00</updated><title type='text'>Convite Sedições</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Xnc-M4HGVRc/SE28W2h3YRI/AAAAAAAAAKY/As6UulafD5s/s1600-h/BodyPart.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210027444718231826" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Xnc-M4HGVRc/SE28W2h3YRI/AAAAAAAAAKY/As6UulafD5s/s400/BodyPart.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6488704119521809151-7004616278941485964?l=psiconvocatoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psiconvocatoria.blogspot.com/feeds/7004616278941485964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6488704119521809151&amp;postID=7004616278941485964' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6488704119521809151/posts/default/7004616278941485964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6488704119521809151/posts/default/7004616278941485964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psiconvocatoria.blogspot.com/2008/06/convite-sedies.html' title='Convite Sedições'/><author><name>Oscar Cesarotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01348542845411787248</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Xnc-M4HGVRc/SBFBMdV78RI/AAAAAAAAAAw/i8_qEs_PeNU/S220/perfil.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Xnc-M4HGVRc/SE28W2h3YRI/AAAAAAAAAKY/As6UulafD5s/s72-c/BodyPart.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
